Conhecer

Ilha do Pico: Senhor Bom Jesus Milagroso. Símbolo da diáspora açoriana

Estou maravilhado com a beleza do Pico! É a primeira vez que aqui venho e estou impressionado! Por muitas imagens que se tenha visto, por muito que se tenha lido nada consegue descrever a sensação de estar defronte da montanha do Pico. É imponente! E é mesmo uma montanha “alta”…

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Em Terras do Demo há uma Lapa com lenda, história e fé!

Chegámos! Está frio! De Viseu aqui, 50 quilómetros de estrada simpática, o termómetro do carro foi marcando o nosso desconforto: passou dos 22º para os 13º. E ainda é só hora de almoço, como será à noite? O céu está cinzento; não augura nada de bom…

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Cristo Rei, com Lisboa e o Tejo a seus pés

Garanto: o Cristo Rei, em Almada, é o local ideal para admirar a beleza de Lisboa. E não é nada difícil cá chegar. Do centro de Almada, a pé, de transporte público ou em veículo próprio, dez, quinze minutos depois de partir, estamos a entrar no Santuário de Cristo Rei, com Lisboa a nossos pés. São os carros na Ponte sobre o Tejo, os cacilheiros no rio, é a azáfama de uma grande cidade desfrutada de um local bem sossegado, que nos transmite paz.

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Convento de Balsamão, onde se ouve o silêncio…

Comecemos pelo princípio. E no princípio está a lenda. E como todas as lendas, esta também começa por era uma vez! Assim… Era uma vez… há muitos, muitos anos atrás, vivia lá bem no alto do monte Carrascal, um rei mouro, tirano e cruel que obrigava os cristãos a pagarem elevados impostos e, para ainda mais os humilhar, impunha o “imposto das donzelas”: era com o rei que as donzelas passavam a primeira noite de casadas.

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Brotas: E do osso da vaca se fez a imagem de Nossa Senhora

Brotas… nome estranho! Procuro a sua origem etimológica e as respostas são inconclusivas. Terá que ver com a água que brota da nascente localizada atrás do Santuário? Ou teria que ver com a abrótea, a planta que cobria a zona? Ou tem que ver com…?

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Loulé: Viva a Mãe Soberana! Viva!

António, João, Fernando, Xavier, Luís, Armando, Tiago e Horácio são, este ano, os oito “homens do andor”! Durante quase três horas, eles têm a honra e o privilégio de transportar a imagem de Nossa Senhora da Piedade, desde o largo onde está a estátua de homenagem a Duarte Pacheco até ao Monte da Piedade, onde fica a pequena ermida.

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Avessadas e Menino Jesus de Praga: a comunhão perfeita!

No início, foram casamentos e dotes. A nobre espanhola D. Isabela Manrique de Lara y Mendoza oferece à filha Maria Manrique, como presente do seu casamento com o nobre checo Vojtech de Pernstejn, no ano de 1555, uma pequena estátua em cera, com 48 cm de altura, representando Menino Deus, com a mão direita erguida em sinal de benção e a mão esquerda a segurar um globo.

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A Guarda esquecida

Em termos genéricos, pode-se afirmar que a Guarda Fiscal, durante os seus 107 anos de existência – desde a criação em 1885 até à sua extinção em 1993, pelo XII Governo Constitucional, liderado por Aníbal Cavaco e Silva –, foi o braço armado do Ministério das Finanças, particularmente da Alfândega Portuguesa.

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Em terras do Extremo!

Muitas localidades da raia beirã têm nomes estranhos, mas um destaca-se: Salvaterra do Extremo! Está no extremo, na ponta, no fim. Estar no extremo é estar mais longe, mais afastado, mais isolado… Como será viver no fim? Que histórias se contarão, serão histórias extremas, no limite?

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Os cinco pilares do contrabando, no Alentejo

Documentos antigos confirmam a existência secular do contrabando, passagem clandestina de bens e mercadorias entre dois países, para evitar o pagamento de taxas alfandegárias, mas foi entre 1935 e 1960, nas zonas fronteiriças de Campo Maior, Elvas, Sobral da Adiça e Santana de Cambas que o contrabando irrompeu em larga escala.

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À conversa com José Manuel Campos

Serra das Mesas, freguesia de Fóios, concelho do Sabugal. É uma manhã fria de dezembro. Está um céu azul, límpido. Comigo está José Manuel Campos, atual presidente da Junta de Freguesia de Fóios, um excelente contador de “estórias” e profundo conhecedor dos meandros do contrabando nos meados do século passado.

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Grutas de Mira de Aire – À descoberta do mundo subterrâneo

O ano de 1947 ia sequeiro. Pouco tinha chovido no Inverno e os poços e as cisternas estavam quase secos. Era preciso descobrir água. Alguém se lembrou que no sítio dos Moinhos Velhos, em Mira de Aire, uma coluna de vapor de água e ar quente saía de uma fenda, nos dias frios. Talvez… Nada melhor que verificar!

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Portinho da al-rábita – um santuário natural

No coração do invulgar monumento geológico conhecido por “Serra da Arrábida”, definida pelo Oceano e pelos grandes rios do Sul, o Tejo e o Sado, surge a enseada do Portinho da Arrábida, adornada pela cénica Pedra da Anicha

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Formosa, a ria

Traduzir a Ria Formosa em palavras não é possível.
Analítica e objectivamente, abrangendo os concelhos de Loulé, Faro, Olhão, Tavira e Vila Real de Santo António, são aproximadamente 16.000 hectares de água, praia, sapal, tecido urbano, tecido agrícola e matas

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Parque Nacional da Peneda Gerês: Maravilha natural

O Parque Nacional da Peneda Gerês é uma das 7 Maravilhas Naturais de Portugal. Venceu a categoria Zonas Protegidas. Prémio justo

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Ilha da Madeira: pérola do Atlântico!

Não se sabe quem foi o primeiro homem a avistar esta ilha perdida no Oceano Atlântico… Provavelmente um navegador da antiguidade surpreendido por alguma tempestade ou por um vento mais traiçoeiro! Também não há certezas quanto à data em que os Portugueses chegaram

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Pico (Açores) – Uma montanha única

Imagine uma ilha com 447 quilómetros quadrados, com uma montanha alta, bem alta, campos carregados de vinha, muita vinha e mar, muito mar à volta… Não precisa imaginar! Essa ilha existe: é a ilha do Pico

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Lagoa das Sete Cidades – Açores

A lagoa das Sete Cidades é o maior lago de água doce dos Açores e está situado na zona oeste da ilha de São Miguel

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Portugal maravilhoso - A opinião de Francisco Ferreira

No passado ano em Setembro, a selecção das sete maravilhas naturais de Portugal teve um enorme conjunto de virtudes: mostrou a enorme variedade paisagística do país e a sua biodiversidade

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O 5 de Outubro - A opinião de Lourenço Pereira Coutinho

Proclamada a República, constituiu-se de imediato o governo provisório, composto por alguns dos mais conhecidos nomes republicanos do tempo da propaganda. A maioria do país, que assistiu com espanto à queda da monarquia, ficou na expectativa de perceber o que iria mudar com a tão falada República. Apesar das boas intenções de muitos, pouco foi para melhor

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A coragem de um republicano ilustre - por Joaquim Moedas Duarte

O valor de um acto de coragem mede-se pelo risco que envolve. Por isso é incalculável o de José Relvas quando, em tempo de Monarquia – 1907 –, adere ao Partido Republicano Português. Tinha 49 anos, ascendência nobre, três filhos, um solar magnífico acabado de construir em Alpiarça, uma valiosa colecção de obras de arte e uma casa agrícola em expansão.

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Uma bandeira pela República

11 de Janeiro de 1890. Um memorando do governo britânico exige que Portugal retire as tropas que se encontravam no vale do rio Chire. O Governo de Portugal cedeu ao Ultimato Inglês e o célebre Mapa Cor-de-Rosa foi por água abaixo.

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Ericeira: Terra do Embarque

António Batalha Reis (1901-1982), no dia 5 de Outubro de 1910, estava de férias na Ericeira. Ainda não tinha 10 anos, mas não se esqueceu do que viu. Muitos anos mais tarde, já reformado, registou em dezenas de blocos os momentos marcantes da sua vida. O embarque da Família Real foi um deles.

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Segredos da Serra - A opinião de Alison Roberts

Os bosques de eucaliptos são um acrescentamento moderno, mas de resto, os picos redondos e áridos da Serra do Socorro apresentam uma paisagem pouco diferente daquela que o Duque de Wellington e os seus generais devem ter encontrado durante as Guerras Peninsulares.

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A Guerra Peninsular – Uma perspectiva portuguesa - A opinião de Clive Gilbert

No final do século XVIII, Portugal encontrava-se numa situação difícil e aparentemente inultrapassável na sequência da decisão de enviar, em 1793, uma força expedicionária em auxílio de Espanha, ao abrigo do Tratado do Pardo, de 1778, para combater os exércitos revolucionários franceses na fronteira hispano-francesa.

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As Linhas de Torres Vedras - A opinião de Lord Douro

Tive o grande prazer de visitar as Linhas de Torres Vedras em três ocasiões diferentes. De cada vez fiquei maravilhado com a dimensão e importância estratégica das Linhas. Nenhum visitante pode deixar de ficar impressionado pelos fortes que ainda sobrevivem.

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O Raid das Linhas de Torres Vedras. Um caso de sucesso - A opinião de Miguel de Vasconcellos Guisado

O Raid Hípico, que já vai na V edição, tem como objectivo principal a divulgação e valorização de todo o potencial do património histórico e turístico afecto às Linhas de Torres Vedras, muito pouco conhecido e aproveitado ao nível nacional, mas já reconhecido internacionalmente como o mais eficaz sistema de defesas de campo de todos os tempos.

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Linhas de Torres Vedras: regresso ao passado, uma viagem ao futuro

No ano em que se comemora o bicentenário das Linhas de Torres Vedras, a Itinerante recua dois séculos e vai ao baú das memórias recordar episódios que marcaram a passagem de ingleses e franceses, durante a Guerra Peninsular. Vai também olhar para o futuro, descobrindo o que está a ser feito nos seis municípios onde foram erguidas as linhas defensivas para que não caia no esquecimento uma das maiores obras de engenharia militar, a nível mundial, determinante e decisiva para Portugal e para a Europa que hoje conhecemos.

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DESAFIOS

Escolha um dos interessantes desafios que temos para si: Faróis do Mundo, Testemunhos do Caminho de Santiago, Ruas da República.

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Mapa de Portugal das RUAS DA REPÚBLICA

Aqui, com auxílio da toponímia local, vão sendo apresentadas individualidades que, nas suas terras, foram determinantes para a 1ª República. Vamos construir o Mapa de Portugal das RUAS DA REPÚBLICA!

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A vida de Santiago

Tiago (Jacobus, Iago, Jacques) foi um dos primeiros seguidores de Jesus Cristo.

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A Igreja Matriz de Santiago do Cacém

Quando for a Santiago do Cacém não perca a oportunidade de visitar a Igreja Matriz!

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Portalegre e Elvas no Caminho de Santiago - A opinião de Margarida Garcez Ventura

Na Idade Média, Portalegre e Elvas, na altura, duas pequenas vilas do norte alentejano, também faziam parte do Caminho de Santiago.

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Promontorium Sacrum – Santiago, Menires, Deuses à solta e São Vicente

O extremo sudoeste peninsular, promontório finisterra majestoso e solitário, foi desde tempos imemoriais palco de veneração religiosa e mística, guardando nos dias de hoje múltiplos vestígios desse rico historial.

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LOCI IACOBI: O Alentejo como ponto de partida rumo a Santiago de Compostela

Nos últimos anos o crescente interesse pelo Caminho de Santiago tem levado à redescoberta de segmentos do Caminho, outrora famosos e que estavam esquecidos.

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Fazer-se à estrada: Um estudo sobre as motivações dos peregrinos a Fátima e a Santiago de Compostela

O que leva todos os anos centenas de milhares de peregrinos a percorrer a pé os caminhos de Santiago de Compostela e de Fátima?

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À conversa com Frei Bento Domingues

Frei Bento Domingues, o.p., nasceu no Minho, em 1934 e é, actualmente, uma das vozes mais respeitadas e escutadas quando o tema é a Igreja Católica portuguesa. Foi difícil conciliarmos agendas mas valeu a pena…

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TESTEMUNHO de quem fez o Caminho de Santiago

Às 7 e meia da manhã, do dia 3 de junho de 2010, em Valença do Minho começou a nossa jornada pelo Caminho Português que nos levou até Santiago de Compostela.

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As Invasões Francesas em Fonte Coberta (Condeixa-a-Nova) segundo algumas fontes escritas e a tradição - A opinião de Fernando Carreira de Abreu

No dia 13 de Março de 1811, Massena aquartelou em Fonte Coberta tendo por companheiros alguns membros do seu Estado-Maior, a amante e cinquenta e cinco soldados. Foi conturbada a passagem; pelo menos é o que nos contam algumas fontes escritas e a tradição

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Faróis do Mundo

Aqui vão-se mostrando os faróis que, pelo Mundo, os ITINERANTE’s vão fotografando. Estamos à espera das suas fotografias…

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Farol de Cacilhas, de regresso a casa…

18 de Julho de 2009. O antigo Farol de Cacilhas, que esteve junto ao cais fluvial entre 1886 e 1978, voltou a casa…

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Farol de Alexandria, o GPS da Antiguidade

O primeiro farol de que há memória já não existe, mas a sua grandeza nunca será esquecida. Foi no longínquo ano 280 a.C. que foi construído o Farol de Alexandria.

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Farol da Ponta do Pargo: Um farol numa planície sobre o mar

Gosto de faróis! Em especial, gosto do Farol da Ponta do Pargo!

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À conversa com Joaquim Boiça

Está um final de tarde chuvoso. Estou num bar, na praia da Torre, perto de Oeiras e aguardo a chegada de Joaquim Boiça. Aí está ele. Um aperto de mão vigoroso, um sorriso sempre rasgado no rosto e uma vontade enorme de falar sobre faróis.

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A Génese da Sinalização Marítima

Desde os primórdios da humanidade que os cursos de água, os rios e os lagos exerceram sobre o homem uma grande atracção mas também temor perante o desconhecido.

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Do mar para terra e de terra para o mar

Conversámos com Fátima Santos, filha de faroleiro, que viveu no farol de Vila Real de Santo António até aos 20 anos. Falámos também com Manuel Seabra e Melo e Mário Silva que, entre os dois, andaram embarcados mais de meio século.

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Faroleiro Martins dixit

– Fui militar na armada e sempre tive o bichinho do mar. Vi nos faróis a possibilidade de continuar próximo do mar e de estar com a minha família.

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O pequeno grande mundo dos faróis e dos faroleiros

Sandra Santos, responsável pelo Farol Museu de Santa Marta, diz que há em Portugal “um desconhecimento geral” sobre faróis e faroleiros. “O Farol Museu é uma excelente oportunidade para as pessoas contactarem com essa realidade”, adianta.

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Faróis: Guardiões do Mar dos Açores

Nos Açores os faróis são relativamente recentes; o da Ponta do Arnel, em São Miguel, foi o primeiro a ser construído, em 1876, com a época áurea de construção a acontecer entre 1908 e 1927.

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Assim rezam as lendas…

Muitos dos sítios que, graças à luz dos faróis, são naturais recortes de costa, embora agrestes e perigosos quando o mar está revolto, eram, antes da existência daqueles, locais tenebrosos, alimento por excelência de mentes mais imaginativas.

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Um mar repleto de histórias e… naufrágios

A extensa costa nacional carrega uma imensidão de história nas profundezas do mar.. Foram muitos os barcos e as vidas que se perderam nas águas portuguesas.

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A linguagem dos faróis

Na era da tecnologia, do GPS e do piloto automático, os faróis podem parecer obsoletos mas não é o que acontece; eles continuam a ser preciosos na ajuda que prestam aos navios. E continuam a ser fascinantes!

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Sinais humanos que salvavam vidas

Na Ericeira, uma pequena vila piscatória localizada a 35 quilómetros de Lisboa, até aos anos 90 do século passado, os pescadores podiam contar com a ajuda de um sinaleiro da entrada no porto.

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A efémera glória de Marcos Portugal

O compositor Marcos Portugal (1762-1830), actualmente um nome quase desconhecido dos portugueses, era, no início do século XIX, um músico famoso.

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A lata dos franceses… e dos ingleses também!

Os tempos de guerra são tempos de inovação. Custa que assim seja mas, como já alguém disse, o medo e o desespero são, à sua maneira, poderosos desbloqueadores do desenvolvimento. As guerras Napoleónicas são disso exemplo.

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A propósito de Napoleão – Uma crónica de Berlim - A opinião de José Constantino Costa

Estou em Berlim, pela primeira vez, e estou impressionado com a sua monumentalidade. Gosto particularmente da Porta de Brandeburgo, que já existia em 1806, ano em que Napoleão por aqui passou.

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FOGO À PEÇA!! Vivendo a história das Linhas de Torres com um Guia-Intérprete - A opinião de Marco António Noivo

Os sentidos vão sendo despertados desde o primeiro instante em que entramos no forte e olhamos o vale à frente, e os outros montes, qual muralha, à esquerda e à direita da nossa posição.

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O cavalo de desporto e as Linhas de Torres Vedras. A propósito do Raid das Linhas de Torres Vedras - A opinião de Miguel de Vasconcellos Guisado

No dia 20 de Março de 2010, mais um Raid Hípico vai acontecer. Marque já na sua agenda! É um sábado. Dê uma saltada, por exemplo, até à Serra do Socorro. Aprecie a paisagem e a beleza dos cavalos e pense que há duzentos anos atrás eles também andavam por aqui em arriscadas missões de guerra!

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Soldado Português de Infantaria do Regimento de Caçadores 6

Este regimento teve origem no Batalhão de Caçadores do Porto – organizado por ordem da Junta Provisional do Supremo Governo do Reino, no Porto, a 12 de Junho de 1808 – que, pela reorganização de 28 de Outubro de 1808 foi incorporado no Exército com a designação de Batalhão de Caçadores 6.

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(Mais) Testemunhos a propósito das Invasões Francesas…

Por quase todo o país há relatos da devastação e das atrocidades praticadas pelas tropas beligerantes durante as Invasões Francesas, mas é nas povoações próximas das «Linhas de Torres Vedras» que os testemunhos são mais vivos, resultado de ser uma das regiões mais afectadas pela passagem e permanência das tropas francesas e inglesas.

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Invasões Francesas – na génese do Portugal Contemporâneo

No início do século XIX toda a Europa estava em guerra. As duas grandes potências europeias lutavam pela hegemonia do Velho Continente: a França dominava em terra, a Inglaterra era senhora dos mares.

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A Guerra Peninsular – o que a memória (e não só…) guardou!

As histórias transmitidas de pais para filhos sobre os horrores da invasão de Portugal pelos exércitos napoleónicos, não esquecendo a permanência prolongada dos exércitos britânicos, chegaram até nós. Na sua esmagadora maioria falam de resistência, emboscadas, conspirações, fuzilamentos, assaltos a quintas.

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À conversa com Maria Zulmira Castanheira

A Prof.ª Zulmira Castanheira coordena actualmente o Pólo de Lisboa do CETAPS, Centre for English, Translation and Anglo-Portuguese Studies, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Conversámos com ela sobre a visão britânica do que foram as invasões francesas em Portugal.

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Por terras saloias

Muitos são os pontos de interesse que podemos admirar ao passear pelos seis municípios por onde se estendem as Linhas de Torres – Arruda dos Vinhos, Loures, Mafra, Sobral de Monte Agraço, Torres Vedras e Vila Franca de Xira. Além de detentores da herança colectiva que são os redutos militares, estes concelhos têm um património natural e arquitectónico diversificado a merecer visita.

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Visitar os Campos de Batalha - A opinião de António Ventura

Invasões Francesas – expressão utilizada em Portugal – Guerra Peninsular – a mais generalizada, principalmente no mundo anglo-saxónico, mas também entre nós – e Guerra da Independência – em Espanha. Três nomes para um mesmo processo.

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Palavras leva-as o vento…

Algumas das expressões que usamos no nosso dia-a-dia têm origem em situações e acontecimentos que ocorreram durante as Invasões Francesas.

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As Invasões Francesas na Estatuária

Por todo o país, em especial nas regiões onde elas mais se fizeram sentir, há monumentos evocativos das invasões francesas. Destacam-se, pela sua grandiosidade, beleza e carga emocional as estátuas de Lisboa e do Porto.

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O burro e as Linhas de Torres Vedras

Os soldados de Massena avançam desgastados descendo do Buçaco para as Linhas de Torres em direcção à desejada Lisboa. O terreno acidentado e as condições atmosféricas não ajudam.

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As Linhas de Torres Vedras - A opinião de Alex Ellis

As Linhas de Torres Vedras são um monumento à visão, à determinação e à cooperação. Resultam da visão de um homem e do trabalho de um povo. O homem é Arthur Wellesley, o povo é o povo português. As Linhas são uma obra conjunta e uma obra bem feita.

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Comunicar nas Linhas de Torres

As Linhas de Torres, com os seus 100km de extensão, exigiam um sistema de comunicações célere e eficaz. Por isso, Wellington assegurou a vinda de marinheiros ingleses exímios na utilização de telegrafia óptica por meio de balões.

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